Para encontrar e viver o
amor, é necessário que saibamos amar a DEUS, precisamos nos encontrar com Deus,
que é Amor. Pelo amor vemos que nós e os outros temos o mesmo valor. Em sua
própria essência, “o amor é uma apreciação, um reconhecimento do valor do
outro”.
Como diz São Paulo: o amor é paciente, é bom;
o amor não inveja; o amor não se vangloria e não se envaidece. O amor não
procura seus próprios interesses, não se irrita, não folga com a injustiça.
Suporta todas as coisas, crê em todas as coisas, espera por todas as coisas,
resiste a todas as coisas. O amor defende tudo na vida.
Somente existe o verdadeiro amor quando uma
pessoa passa a reconhecer o outro por aquilo que realmente ele é como ser
humano, e começa a gostar dele e se importar com ele como mesmo “Ama o teu
próximo como a ti mesmo”. Portanto,
parece que o maior dos ensinamentos é o conhecer-se a si mesmo; pois, quando o
homem conhece a si mesmo, ele conhece a Deus, conhece o amor e se torna mais
gente.
Precisamos aprender, então, que o que mais
necessitamos não é tanto sermos amados, mas, sim, amar. À medida que passamos a
entender as características do amor e sua forma de agir, começamos por
encontrá-lo dentro de nós, manifestado no calor humano com relação às pessoas e
nos pequenos momentos de afeição.
Quando alguém, realmente, ama um ser humano,
ele aceita a totalidade do outro, preocupa-se com o seu bem-estar, não se
fixando em seus próprios interesses. O amor nos leva em direção à bondade, ao
respeito, às necessidades das pessoas que nos cercam. “O amor jamais há de
falhar”.
“Ser capaz de um verdadeiro amor significa
amadurecer, ter atitudes realísticas para com o outro. Significa aceitar a
responsabilidade pela nossa própria felicidade ou infelicidade; e não esperar
que o outro nos faça feliz, não culpá-lo por nosso mau-humor ou por nossas
frustrações” (Sanford).
“O
amor é sempre o mesmo, porque Deus é amor.”
Fonte: Pe. Luiz
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